Archive for the 'show' Category

13
ago
09

Mercúrio Cromo na Feira de Artes da Vila Madalena

FlyerVila

32ª Feira de Artes da Vila Madalena
com shows de duas das melhores bandas de rock independente de São Paulo
Mercúrio Cromo (11h40) e Katarse (12h30)

Esquina da R. Wizard com a Rua Mourato Coelho
Vila Madalena – São Paulo – SP
Palco “Sujinho”
veja o mapa

Curta a Feira, compre artigos artesanais,
veja o show, cante junto e depois
coma um lanchinho com a gente.

Mas não confunda o palco, pois a feira é grande e terá 4 palcos

08
maio
09

Rock independente de primeiríssima em Santo André!!!

Tá, a essa altura do campeonato já não é mais novidade, a maioria de vocês já está sabendo, ou por e-mail, ou nosso site oficial, ou pelo Orkut, ou pelo Twitter, ou no boca-a-boca mesmo! Mas não poderíamos nem deixar de divulgar por aqui.

FINALMENTE (!!!) conseguimos marcar um show com duas das bandas que a gente mais admira e que estão batalhando com a gente na cena independente. Depois de duas edições do Manifesto Rock Fest, e uma viagem frustrada à Angra dos Reis, tocaremos ao lado do 5PRAStANtAS e juntam-se a nós os Descolados do Mundo!

O flyer abaixo está sendo divulgado pelos caras do 5PRAStANtAS, então deixo aqui os devidos créditos.

A única correção que faço é quanto ao horário, o bar abrirá às 22h. Dependendo do movimento, nós, que seremos a 1ª banda, começaremos a tocar antes das 23h.

Esperamos ver todos lá!

Flyer Catedral

02
maio
09

“Toco em Jaçanããã…”

A idéia era boa: um showzinho à pampa, numa feirinha de artesanato, numa pracinha maneira dum bairrinho simpático.

Elementos:

Um showzinho à pampa – como o Kauê estava viajando, optamos por fazer um set curto e acústico. Voz, baixo e 2 violões apenas.
Feirinha de artesanato – Segundo palavras do organizador: “No dia 26 de abril, na Praça Dr. João Batista Vasques (Praça do Jaçanã) terá o “Caldeirão Cultural – Feira de Artes e Artesanato”. No Caldeirão Cultural o público encontrará produtos acessíveis e exclusivos dos expositores de diversos segmentos como Artesanato, Artes Plásticas, Design & Decoração, Moda & Beleza, contando com Praça de Alimentação, Atrações Literárias, Atrações Musicais, Prestação de Serviços… e muito mais.”
Pracinha maneira – a supracitada Praça Dr. João Batista Vasques, popularmente conhecida como Praça do Jaçanã. Ampla e arborizada. Uma praça.
Bairrinho simpático – sim, o Jaçanã. Para maiores detalhes consulte o site da prefeitura, o Wikipédia ou, a fonte mais citada, Adoniran Barbosa. Ou também vá até lá, fica bem perto da fronteira (?!) com Guarulhos.

Mas havia 2 equívocos. O primeiro se dava pelo fato da data e do horário que tocaríamos: dia da final do campeonato paulista, horário do jogo. Tudo bem que era apenas o primeiro jogo da final, mas falamos de Brasil…

E por falarmos justamente de Brasil, que reside o segundo equívoco. Vivemos num país que nunca foi notabilizado por seu vigor (ou mesmo grande interesse) pela cultura – na verdade, creio que 90% dos brasileiros sequer sabe o significado dessa palavra… E, isso que é, ao que tudo indica, um traço da nossa cultura, parece ter chegado no final da primeira década do século XXI ao seu ponto alto. Vivemos numa sociedade que trata a cultura (e, consequentemente, a arte) de duas formas bem distintas:

1 – os que acreditam sinceramente na arte como expressão e produto da cultura, e estes costumam colher seguidos fracassos de público e poucas notas da crítica. São pessoas boas que acreditam em algo que, se algum dia existiu, hoje não existe mais: interesse popular pela arte.
2 – os prostitutos da arte, que são quem costumam colher o sucesso de público e alguma atenção da crítica. São pessoas/artistas, em geral, fabricadas pela mídia, que abandonam muito do que acreditam para conseguir entrar no que o showbiz chama (e sustenta) de arte. Considero prostitutos, não fazendo juízo de valor da obra desses artistas nem tampouco de suas respectivas condutas, e sim por se venderem às vontades, sobretudo, de grandes corporações, ou aos gostos populares da época.

Ainda hei de me expressar mais acerca dessas questões em posts futuros… Toquei nesse assunto porque vimos exatamente o encontro desses dois grupos, domingo, no Jaçanã. De um lado a organização e os artistas que se apresentaram, apostando na manifestação artística como modo de reunir as pessoas (kkkkk… não chega a ser engraçado até?). Do outro, artesãos/vendedores e consumidores (que eram a massa crítica do evento) que pareciam estar apenas ansiosos para comercializarem (uns comprando e outros vendendo) e abandonarem a praça pública o mais rápido possível. E foi de fato isso o que aconteceu: ao cair da tarde os consumidores pareciam baratas, ansiosas a voltarem para seus buracos (casas) e vendedores, ignorando as bandas que nos precediam, recolhiam suas tralhas e, com a mesma fobia de praça pública e de arte, iam embora. Enfim, tudo bem cômico.

Enquanto a tragédia artística brasileira protagonizada pelo grupo 2 (prostitutos) se desenrolava ali na nossa frente, também na nossa frente, remanescentes do grupo 1 ignoravam o grupo 2, a continuavam suas apresentações com um curioso entusiasmo. Rolou uma roda, que terminou numa ciranda coletiva (?!); e uma banda (que me perdoem, mas esqueci o nome) de uma galera já rodada ali da Zona Norte que tocaram um som próprio – e mais um cover do Talking Heads e outro do Raul Seixas.

E, como era esperado, pela junção de fatores, o público que nos aguardava não era dos mais numerosos. E, como muitas vezes é sintomático dos eventos organizados pelos representantes do grupo 1, “tava tudo atrasado”, e tivemos que reduzir nosso set.

Diante do quadro de foda-se que paira sobre a nação, e da graça das reflexões e dos fatos, subimos no palco. Diga-se de passagem, um palco bem legal, e com um som ótimo (ao menos melhor que o do show do Elton John…)! Tocamos por uns 10 minutos, mas que, curiosamente, foram excelentes! Especialmente porque o púbico – que era bem diminuto – correspondia, e, um fato que é sempre confortante, nós fomos atraindo gente. De mendigos a transeuntes, o mini-show terminou com mais gente do que começou. Good.

Enfim, não foi como esperávamos (nem por um instante), mas foi legal. Um grande agradecimento à organização, sobretudo ao Marcelo Goodhead, que foi muito gente boa com a gente e pareceu ser O cara por trás de todo o evento. E mais agradecimentos ainda à galera que tava lá: Sandra, Juliana, demais artistas e galera em geral. Valeu!

Ps: Só não agradecemos o desgraçado que mudou o nome da praça do simplório e eficiente “do Jaçanã” para o totalmente desconhecido “Dr. João Batista Vasques”. Graças a esse capeta, eu e o Rafael andamos uns 2 km à toa, visto que, como ninguém conhecia a praça que procurávamos (pelo nome “correto“), as informações eram desencontradas – nota: no próximo show, ver mapa da região antes…

Set list

Vê Se Me Esquece
Daniel Na Cova Dos Leões – Legião Urbana
“Nada”/Trem Das Onze – Adoniran Barbosa

25
abr
09

Mercúrio Cromo Unplugged

Creio que a maioria já está sabendo, mas pra quem ainda nnao sabe, amanhão faremos um show acústico, só violões, baixo e vozes!

Como o Kauê já tinha viajem marcada quando marcamos o show, tivemos que procurar uma saída. Mas posso dizer que o set ficou bem legal, com algumas músicas já conhecidas de vocês, mas com arranjos uma pouco diferentes, e algumas surpresas também!

O show acústico será na Feira de Artes e Artesanato Caldeirão Cultural, que acontecerá no Jaçanã. Pra saber um pouco mais sobre a feira e os eventos do Caldeirão Cultural, visite o site www.caldeiraocultural.org.br.

Esperamos todos por lá!

—–

Serviço

Mercúrio Cromo Acústico – Caldeirão Cultural26/abril/09 (dominigo)
Horário: 17hs
Praça Dr. João Batista Vasques, Jaçanã (Zona Norte) – SP
Entrada franca

13
abr
09

Descolada Metropolitana, no Oswaldo Catalano

Sexta-feira, dia 20 de Março de 2009. Local: Escola Estadual Oswaldo Catalano, Tatuapé, São Paulo – SP. Público estimado: 1800 pessoas. Noite agradável, lua minguante, tudo preparado para o maior show da nossa carreira.

Depois de muitos encontros e desencontros, depois de muita ralação (por parte dos organizadores e, sim, por parte da banda), por volta das 19 horas o Mercúrio Cromo estava preparado para “enfrentar” e animar todos os adolescentes presentes na quadra do colégio. Palco grande, luzes “animadas” (não encontrei adjetivo melhor para classificar aquelas luzes que os organizadores colocaram. Todas as cores, todas as direções… Muito loko!), luz especial sobre nosso bandeirão, centenas de pessoas com nossos flyers em mãos (e mais centenas forrando o chão…rsrs). Quando o “apresentador” nos anuncia, há uma explosão de aplausos…

Interlúdio

Antes de prosseguir com a narrativa, cabe algumas explicações:

1- O evento em que tocávamos era da Metropolitana, chamado Descolada Metropolitana, fabulosamente organizado e comandado pelo Giu (MUITO OBRIGADO GIU!), e “possibilitado” ali pelos esforços dos professores Wesley e Alan (Alan aliás, o grande responsável por nossa presença no evento: valeu Alan!).
2- Além de nós, a noite reservava para a galera a banda de emo/rock Back Age, e  um grupo de rap, que agora me foge o nome (sorry!), sendo que o evento estava, basicamente, preparado para a primeira banda, que já tem alguns esquemas com gravadora, produtores, etc…
3- O público do evento era totalmente diferente do que já tocamos. Um público, primeiramente, bem jovem (sobretudo, galera do colegial), e que NÃO GOSTA necessariamente de rock (vimos uma enorme predileção pelo funk carioca, e por músicas black/pop vindas dos EUA). A sensação que tínhamos era que o máximo que suportariam seria algum cover idiota de alguma bandinha emo.
4- Tínhamos ensaiado um set para 1 hora de show. Dois problemas:
4.1- “Descobrimos” que tínhamos que executar um set de no máximo 6 músicas: 1 própria e 5 covers. De preferência, covers de músicas recorrentes na programação da rádio. (E sim, obviamente ignoramos esse quesito…)
4.2- Dois dos nossos melhores covers foram vetados. A Back Age iria tocar Tropa de Elite (Tihuana) e Robocop Gay (Mamonas Assassinas), então, “voltamos à prancheta”, e tocamos outras…
5- Vale mencionar que a equipe que estava por trás do evento não tinha experiência em eventos com bandas, e sim apenas com DJ’s. Por isso os problemas com o som são mais que justificáveis…

Fim do interlúdio

E iniciamos o show! Ao abrir com América Latina (nota: sem a guitarra do Rafael, que simplesmente emudeceu no início da música), como imaginávamos, o público presente (no momento, umas 1000 pessoas) se dividiu em 2 grupos: os que nos dariam uma chance ao tocarmos uma música própria (e um rock); e os que preferiram deixar a quadra onde tocávamos, e ir para onde rolava um pancadão no último volume. Saldo: uns 600 nos deixaram, mas os 400 que ficaram, colaram no palco e, ao final da música, arriscavam a cantar o refrão conosco. E pudemos perceber a força dessa música ao vivo.

Seguimos com nossa versão de Veraneio Vascaína (Capital Inicial). E o público passa a voltar (e em grandes quantidades!). E explodem “bate-cabeças” na nossa frente (como deve ser…)

Seguiu o tradicionalíssimo Born To Be Wild (Steppenwolf) e, misteriosamente, o pessoal transformou o show numa festa. Fora o coro cantando o refrão…

E veio nossa estréia, para o grande público, de Rock´n´roll E Deixa Rolar. Mais festa, mais coro e mais gente vindo nos ver. Pra ficar melhor, só se escutássemos o que tocávamos (não havia um retorno muito bom…).

Já que parecia uma festa, tínhamos uma música bem das apropriadas ao momento (e que não poderia faltar na nossa humilde tentativa de converter muitas daquelas mentes e corações para o Rock): era Rock´n´roll All Nite (Kiss)! E, para quem acha que a molecada não sabe mais o que é música, se surpreenderia com o que aconteceu.

E, na reta final do show, uma concessão aos “tempos modernos”: tocamos Memórias (Pitty). E, claro, a galera adorou. Para finalizar, executamos “Nada”. Aí já estávamos com a noite ganha. Banda feliz, organizadores felizes e, principalmente, público feliz. Nos últimos acordes, víamos umas 1500 pessoas pulando… Yeah…

A noite se seguiu com o Back Age tocando uns Fresno, NxZero e Cia., agitando demais a galera, e com os rappers (sorry de novo!), que encerraram as apresentações “ao vivo”.

Depois, o que aconteceu, foi impressionante. Nos minutos finais do evento, o DJ colocou o pancadão para rolar, naquela mesma quadra em que minutos antes tínhamos tocado. E o resultado: a galera se amontoando, se esfregando, requebrando até o chão, etc. Mas era muita gente. Muita mesmo… Tsc, tsc… kkkkkk

Mas beleza. A noite foi excelente. O show mais ainda. A aceitação do público foi incrível e, na boa, não vemos a hora de tocarmos para um público ainda maior!

Set List

América Latina
Veraneio Vascaína
Born To Be Wild
Rock´n´roll E Deixa Rolar
Rock´n´roll All Nite
Memórias
“Nada”

11
abr
09

Iron Maiden. De novo!

Eu sei que já faz quase um mês. Mas eu preciso postar…

Fim de tarde do Domingo, dia 15 de Março de 2009. Que tal assistir o Gugu? Ou quem sabe alternar com a dobradinha de peso da Globo: Faustão/Fenômeno? Ah, pelo amor de Deus… Hoje é dia de Iron Maiden porra!

Diante a “afrescalhada” dos outros membros do Mercúrio Cromo, eu fui destacado por mim mesmo (?!) a nos representar diante de Sir Steve Harris e Cia. E lá fui eu (sim e com a minha mãe, qual o problema?? kkkkk), assitir meu terceiro show da verdadeira dama de ferro (vai se foder Margareth fuckin’ Tatcher!). Aliás, como é a terceira vez que os vejo ao vivo, o Iron se torna a banda que eu mais prestigiei de corpo presente! Mas como isso não interessa, prossigamos…

O show do Iron Maiden pode ser dividido em 2 perspectivas completamente diferentes. A primeira explica porquê eles são, indiscutivelmente, um dos maiores fenômenos da história da música (de TODA a história da música). A segunda explica porque o show beirou o tempo todo ao fracasso.

Comecemos pela segunda perspectiva. Segue os motivos:

1- Show onde Judas perdeu as botas, as calças, as meias, o juízo e se tornou corinthiano. O Autódromo de Interlagos é uma péssima escolha por n motivos. Mas os que mais chamam atenção é a distância do centro da cidade e a falta de infra-estrutura “prévia“ para shows. O local é de difícil acesso a 9 em cada 10 seres humanos e, como o próprio nome diz, é um AUTÓDROMO, e não uma ARENA para eventos, tampouco uma casa de shows.

2- Vias de acesso ao local. Tudo péssimo. Trânsito intenso (incluindo o trânsito local), os nomes das ruas todos meio sem lógica (um mesmo nome pra 2 avenidas, 2 nomes pra mesma avenida… Eu nem sei explicar…), e um serviço, por parte da CET, de qualidade duvidosa…

3- A organização RIDÍCULA. A sensação que se tinha é o que o show de heavy metal tinha sido organizado por um padre, vindo do interior do Mato Grosso e que acabou de acordar de um coma de 10 anos. A Mondo Entretenimento conseguiu decepcionar em quase tudo (a única coisa que se safou foi que, aparentemente, havia banheiros em bom número…). Listando:
a) Escolha do local. Aff… Que lugar péssimo…
b) Valor dos ingressos. Por 140 reais deveríamos ser recepcionados por modelos…
c) Número de fãs. Bruce Dickinson comemorou o fato de estar tocando para 100 mil pessoas no maior show da história do Iron (afinal, os 300 e lá vai paulada do Rock in Rio 3 não contam por se tratar de um festival…). A polícia divulgou algo em torno de 60 mil. A imprensa divulgou entre 63 e 65 mil. A Mondo chegou a falar em menos de 50 (sei…). Mas para quem tava lá, dava a sensação de haver umas 600 mil! Eu fiquei mais longe do palco do que no show dos Rolling Stones (que foi na praia, e de graça!).
d) Barraquinha de bugigangas. A pouquíssimos metros do palco, obstruindo a visão de quase todo mundo. Eta erro imbecil…
e) Telões “falhentos“. Ambos os telões laterais tinham muitas falhas na exibição… Horroroso…
f) Entrada e saída do público. Imagine 600 mil pessoas querendo entrar logo (por ansiedade) e sair logo (por cansaço) de uma área diminuta. O que você faria? Fácil: deixaria UMA ÚNICA MALDITA ENTRADA (E SAÍDA) PARA TODOS!!! E aí você demora 3 horas para entrar (atrasando o próprio show), e mais de 2 horas para sair (atrasando a própria vida), se perguntando se não teria sido uma boa idéia ficar em casa.
g) acho que tem mais coisa, mas não lembro…

4- A escolha da data. O cancioneiro popular nos ensina (via Tom Jobim): as ÁGUAS DE MARÇO FECHAM A PORRA DO VERÃO! Então cabe a questão: pra quê repetir o erro do ano passado e fazer o show em época de chuva (causando danos óbvios à toda pirotecnia da turnê do Maiden)? Resultado: pessoas molhadas e muita, mas muita lama. Muita lama mesmo.

Agora a perspectiva boa. Um show do Iron Maiden é impressionante. Um show do Iron Maiden, da Somewhere Back in Time Tour em São Paulo é muito mais. Motivos:

1- Uma banda legal. 5 caras que tocam muito bem seus instrumentos, e tocam junto à muito tempo. E que, apesar de já não serem mais moleques, não param de fazer macaquices em cima do palco. Apenas para demonstrarem sua alegria em estar ali e, claro, para animar “a galera”. Missões cumpridas. (No quesito macaquice, não sei a real diferença entre os Mamonas Assassinas e o Iron…)

2- Uma cidade legal. Para quem conhece Rock e São Paulo, não preciso dizer nada. Para quem não conhece, esse post não é o espaço adequado à explicação…

3- Uma turnê legal. Aqui acho que o Iron superou em capacidade e atenção ao público. Um cenário foda, figurinos legais, fogos e fogo à vontade (ao menos o que a chuva permitiu), Eddies gigantes e animados, e, claro, um set-list fabuloso (especialmente para quem já tinha ido ao show do ano passado). Músicas dos álbuns considerados por grande parte do público e da crítica os melhores da banda (The Number of the Beast, Powerslave, Somewhere in Time e Seventh Son of Seventh Son), com uma oportuna inserção de Fear of the Dark (do álbum homônimo) e menções ao álbum Iron Maiden, garantem a satisfação de 100% dos fãs. Uma puta lição para bandas ao redor do mundo…

4- Músicas legais. As músicas do Iron são legais. Ótimas letras, ótimas guitarras, ótimo baixo, ótima bateria, ótimo vocal. O que dizer? Legal, ora…

Enfim, um show que tinha tudo para ser desastroso, tornou-se ótimo porque a banda é foda. Quantas outras bandas conseguiriam reverter as percepções desse modo?

E, ao final, ainda encontrei o Tomás, baixista do Torque 64, e sua namorada, a “menina do cabelo rosa” Virgínia, e fomos embora juntos.

Agora é esperar o próximo (que segundo o Bruce, será em 2011, na abertura da nova turnê).

Set list

Aces High
Wrathchild
2 Minutes to Midnight
Children of the Damned
Phantom of the Opera
The Trooper
Wasted Years
The Rime of the Ancient Mariner
Powerslave
Run to the Hills
Fear of the Dark
Hallowed Be Thy Name
Iron Maiden
(Bis)
The Number of the Beast
The Evil That Men Do
Sanctuary

10
abr
09

O Retorno

Esse é o primeiro de ume série de posts que marca meu retorno (ao menos minha vontade de retornar) ao trabalho de escrever no blog com um pouco mais de regularidade (senão regularidade, ao menos com um pouco mais de quantidade…).

Nesses posts vou relatar fatos importantes (?!) que nos aconteceram (ou que pelo menos ME aconteceu) nos últimos 1 mês e uns quebrados (sim, eu marco o retorno daquele lado “contigo!” ao blog…).

Então, comecemos pelo começo…

Ao vigésimo oitavo dia do mês de Fevereiro, o Mercúrio Cromo retorna aos palcos de São Paulo, no Zinc Bar (e desta vez completo e num show nosso, após nossa rápida participação no show do 5Prastantas…).

Casa cheia, muitos amigos, e mais 2 bandas, que compartilhariam o palco conosco naquela agradável (sim, e quente também, mas ainda assim, e sobretudo, agradável) noite: os Imaculados, e a PNKR.

Os Imaculados abriram a noite, misturando som próprio e versões de músicas consagradas (destaque para os “Doors” executados), tocando e já ditando o tom legal da noite que se seguia.

O segundo show, foi legal também, porém demasiadamente demorado. Talvez foram problemas técnicos, ou de outras naturezas, não sei ao certo… estava bebendo. O importante é que isso se tornou um grande contratempo. O que aumentou bastante a nossa necessidade de fazer um show ainda melhor, para compensarmos todo o atraso (e espera de quem estava lá para nos ver).

Honestamente, não me lembro que horas subimos ao palco, só sei que já era tarde…

E o show foi muito ótimo! Salvo algumas “desistências”* por parte do público (dessa vez a gente perdoa) em vista do horário, tudo foi muito bom. Misturando as músicas já disponíveis em nosso (s) site (s), como América Latina, Música 13 (Controle) e “Nada”, com algumas novas, como Conteúdo Impróprio, Vê Se Me Esquece e Carpe Diem,  a estréia em São Paulo de Rock N’ Roll E Deixa Rolar, a estréia do violão em nosso show, em Apenas 20 Anos e Te Ler, e algumas versões nossas de músicas consagradas (a galera curte pra p… “nossa” Veraneio Vascaína), fizemos nosso primeiro show longo do ano.

E, após uma hora e pouco, terminávamos o show, suados e cansados, mas satisfeitos com a noite.

Segue então nossos agradecimentos gigantes aos nossos amigos que foram ao Zinc nos prestigiar e ao Nathan e demais pessoas do Zinc pelo espaço. Valeu mesmo gente.

* Renata, você como “desistente” (mas com motivo, eu sei, eu sei…) perdeu a nossa surpresinha, “humilde, mas de coração.” rsrs… Enfim: perdeu, bem-feito! kkkkk

Mercúrio Cromo no Zinc Rock Bar

Set list:

Rio de Janeiro
Música 13 (Controle)
Rock N’ Roll E Deixa Rolar
Veraneio Vascaína
Vê Se Me Esquece
Apenas 20 Anos
Te Ler
Bete Balanço
Carpe Diem
Conteúdo Impróprio
América Latina
Rockin’ In The Free World
Briga
“Nada”




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