15
fev
09

Sexo na música…

por Capoba

Olá amigos leitores e apreciadores de tudo aquilo que não é convencional, já que me incumbiram de escrever sobre qualquer assunto resolvi me antecipar aos colegas e escrever sobre tão intrigante, instigante e extenso tema.

O sexo e consequentemente a busca pelo mesmo faz parte do conjunto de nossos instintos mais primitivos e mais polêmicos. Tal premissa se associada com toda nossa vivência pessoal nos faz (e me faz) acreditar piamente que todos nós, em um grau maior ou menor, gostamos de uma boa putaria.

No decorrer da história da música vários artistas se utilizaram de suas canções para extravasarem seus fetiches, taras e outros termos pornográficos que o baixista da Mercúrio Cromo deve estar bem familiarizado. Desde Elvis Presley que com todo seu gingado fazia fãs irem a loucura na platéia e jogarem suas calcinhas completamente encharcadas para ele, até os famigerados funkeiros cariocas com suas criativas e bem boladas (ironia) canções sobre a vulva e o falo. Á esses se juntam os australianos fanfarrões do ACDC e seu “You shook me all night long” livremente traduzida como “você me chupou a noite inteira”, os mexicanos do Molotov, banda mexicana altamente rodada e manjada em toda a América Latina e também nos EUA, só no Brasil que não é conhecido, preferimos a melação sonolenta do Maná (ECA!!!!). E também não podemos nos esquecer dos brasileiríssimos e paulistaníssimos Velhas Virgens com… bem… todo o seu repertório musical!!!

Molotov – Rastamandita

Enfim amigos, a questão que coloco aqui é a seguinte: que tipo de putaria devemos aceitar, se devemos aceitar? O que nos faz aceitar, com bons roqueiros xiitas, que Bonn Scott declame como uma garota passou uma noite inteira cantando em seu microfone pessoal e nos faz tripudiar uma pobre favelada carioca que simplesmente está divulgando para o mundo que a PORRA DA BUCETA É DELA?

Outra coisa amigos, se possível coloquem mais músicos aí que adoram divulgar sua “sexualidade”, quem sabe em um post mais adiante consigamos elencar os 10 maiores putos musicais da história.

Abraços a todos e vida longa à banda com nome de remédio mais legal que eu já conheci.


2 Responses to “Sexo na música…”


  1. 1 Fabrício Behrmann
    fevereiro 16, 2009 às 1:48 am

    Cara, esse post me lembrou uma das músicas mais memoráveis do Mr. Bungle: The Girls of Porn.
    Pode-se dizer que é o hino que Mike Patton e companhia deixaram para todos os punheteiros mundo afora.
    Acho que isso nos leva a discussão proposta sobre “que tipo de putaria devemos aceitar, se devemos aceitar?”. Bem, na minha humilde opinião desde que a putaria seja (com o perdão de qualquer trocadilho acidental) tocada e cantada com qualidade, como é o caso do Mr. Bungle, não vejo nenhum problema em aceitá-la ou até mesmo louvá-la.
    Agora dureza (ops) é ouvir putaria mal tocada e cantada, como é o caso do Funk carioca.

  2. 2 Van
    fevereiro 16, 2009 às 10:15 pm

    Como eu achei o texto beeem interessante, mas não tenho muuuuita experiência musical nesse tema pra comentar… eu repito a frase do Fabrício: “Agora dureza (ops) é ouvir putaria mal tocada e cantada, como é o caso do Funk carioca.” Ou como é o caso de todos os funks. HAHA.

    Adorei.


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